Studio a Venda Mobiliado no Edifício Time a 200m da Praia de Ponta Verde - Maceió Alagoas
Pronto para morar
22 Fotos
R$580.000,00
Condomínio R$533,00

Studio Mobiliado no Edifício Time a 200m da Praia de Ponta Verde - Maceió Alagoas

Ponta Verde - Maceió/AL
1 Dormitório
1 Vaga
29,32 m² (Privativa)

Descrição do imóvel

Studio Mobiliado no Edifício Time a 200m da Praia de Ponta Verde - Maceió Alagoas


Viva o melhor da Ponta Verde em um studio sofisticado, todo mobiliado, com 29,32m² de área privativa e 1 vaga de garagem rotativa. Ideal para morar, investir ou rentabilizar no sistema de apart-hotel!

  • Sala de estar e jantar integradas
  • 1 quarto confortável
  • Banheiro social
  • Cozinha prática


Edifício Time:

Localização privilegiada, apenas 200m da praia, com estrutura de lazer completa no 11º andar (950m²):

  • Piscina de borda infinita
  • 2 hidromassagens
  • Bar molhado
  • Salão de jogos, sauna e ofurô
  • Salão gourmet e espaço fitness
  • Serviços de massagem, camareira, wi-fi e lavanderia self-service

Oportunidade perfeita para quem busca praticidade, lazer e rentabilidade em um dos endereços mais desejados de Maceió.


Agende sua visita agora!

Fale comigo pelo WhatsApp ou ligue: (82) 9 9944-4408

Ari de Castro – Corretor de Imóveis, CRECI 6356

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As informações estão sujeitas a alterações. Consulte o corretor responsável.

Cômodos

1 Dormitório
1 Banheiro
1 Vaga
1 Cozinha
1 Sala de jantar
1 Sala de estar

Áreas

Área Privativa: 29,32m²

Características

Mobiliado

Características do Condomínio

Academia de ginástica
Bar Molhado
Espaço Gourmet
Hidromassagem
Piscina
Recepção
Sala de jogos
Sauna
ofurô

Outras Informações

Referência: 21489
Perfil: Residencial
Próximo ao mar: Sim
Situação: Pronto para morar
Escriturado: Sim
Possui mobília?: Mobiliado

Proximidades

Academia
Bares
Cadeira gigante
Cafeteria
Farmácia
Hotel
Padaria
Palato
Pizzarias
Pousadas
Restaurantes
Salão de Beleza
Supermercado
Transporte público

Localização

Ponta Verde - Maceió/AL

Conheça o bairro Ponta Verde

Sem Imagem

O bairro nobre da "Cidade Sorriso" 


 

Considerada um dos cartões postais de Maceió, a praia de Ponta Verde era conhecida antigamente como a Praia das Acanhadas por que era procurada pelas tímidas jovens da sociedade que queriam se banhar sem serem vistas e a Ponta Verde era cheia de imensos coqueiros. O nome atual foi herdado do Sítio Ponta Verde, que ficou conhecido em todo o Brasil por causa de um coqueiro de aparência inusitada - parecido com um pescoço de uma ema – o até hoje famoso "Gogó da Ema", embora não exista mais, marcou época como símbolo turístico das Alagoas. Hoje a Ponta Verde é um dos bairros mais movimentados e de melhor infra-estrutura de Maceió, caracterizado por reunir os melhores restaurantes e hotéis do litoral alagoano, além dos edifícios mais luxuosos da orla.


Uma Ponta de terra adentrando o verde mar.


Do acidente geográfico, surgiu o nome Ponta Verde; ponta vem de terra que avança pelo Oceano Atlântico, e o verde devido a imensa quantidade de matagal e coqueiros que existiam no local. Por volta da década de 40, os garotos se arriscavam por aqueles caminhos que eram cercados por inúmeros coqueiros, segundo o relato do senhor Miguel Vassalo Filho, historiador que mora no bairro da Ponta Verde e estuda a origem das ruas de Maceió. Ele conta que isso ocorreu entre as décadas de 40 e 50 e que eram feitas excursões, que partiam do ponto onde está o Marco do Corais, até a Lagoa da Anta, onde encontramos hoje o hotel Jatiuca.


O empresário Mauro Vasconcelos, conta que alguns anos mais tarde, o sítio foi comprado por seu avô, o senhor Álvaro Otacílio de Vasconcelos (nome da principal avenida da Ponta Verde que fica a beira mar). A área do bairro permaneceu em forma de sítio, aproximadamente, até a década de 1960 quando, então, começou a ser povoada, primeiramente, com a iniciativa do senhor Álvaro Vasconcelos de lotear a região; e, posteriormente , com o crescimento dos bairros de Pajuçara e Ponta da Terra, as pessoas foram povoando a região mais próxima desses bairros que é o atual bairro de Ponta Verde.


Ocupação e urbanização da Ponta Verde


É a partir dos anos 60 que começa a ocorrer um processo de preparação para a expansão do povoamento da região, através dos loteamentos que influenciaram a efetiva ocupação deste bairro, no período posterior às décadas de 70 a 90. Até a década de 50, na Ponta Verde, as habitações que existiam ficavam lá para dentro da Ponta da Terra. Ali, muitas casinhas de chão batido, cobertas de sapé, redes e gente sonolenta observavam ao longe a ponta da terra que adentrava o mar verde esmeralda que, 20 anos mais tarde seria habitada pela gente rica da cidade, através dos loteamentos. Assim o loteamento Álvaro Otacílio foi registrado na Prefeitura de Maceió, em 17 de Outubro de 1953. Em sua planta original possuía 40 quadras e 649 lotes com dimensões prediais de 15 X 30 m.


O Turismo em Ponta Verde


Sendo o turismo a vocação natural de Alagoas, Maceió começou a ocupar um lugar de destaque na definição das metas Governo. Industria em expansão no mundo inteiro, até então livre de poluição e altamente eficaz na geração de emprego. Desta forma, o bairro da Ponta Verde começou a investir em hotéis de qualidade.  


A avenida principal se transforma em uma imensa área de lazer, todos domingos, quando o trânsito é interrompido, proporcionando um final de semana diferente aos moradores e visitantes, sobretudo para as crianças que se divertem de patins, charretes, carrinhos infantis de todos os tipos. O calçadão tem uma pista para ciclistas, que acaba funcionando como pista de "cooper" e caminhadas. É uma praia de mar manso e rodeada por muitos coqueiros, e na maré baixa formam-se piscinas naturais de água morna. Ponta Verde esta pronta para receber os turistas vindos de todas as partes do mundo!


O Gogó da Ema


Gogó da Ema era um coqueiro torto, existente no sítio do Chico Zu, na Ponta Verde. No inicio era completamente desconhecido. Quem Falava dele então? Pouquíssimas pessoas. Sabe-se apenas que algumas pessoas desejosas de vê-lo, pulavam a cerca do sítio do Chico Zu (Francisco Venâncio Barbosa) arriscando-se às mordidas do cachorro que guardava a propriedade ou às chifradas de algum boi bravo que lá pastasse na ocasião.


   O mar avançou muito, derrubou outros coqueiros, fazendo com que se pudesse divisar o Gogó, da praia ou do mar, quando se passava ou tomava banho. E ei-lo que se torna, pouco a pouco, falado cantado, adquirindo até celebridade internacional. Turistas ou passageiros, ao desembarcar, indagava logo onde fica o Gogó da Ema.


Em 1930, bem perto do local, perfuraram vários poços à busca de petróleo. O mar avançou mais, pondo em perigo a famosa palmeira. Para ela foi reclamada proteção, havendo a Gazeta de Alagoas, em reportagem intitulada "Os assassinos do Gogo da Ema", denunciando o perigo. A Prefeitura mandou protegê-lo com um muro de alvenaria de tijolos e uma traves de madeira, o que não bastou para garanti-lo.


   Apesar das advertências do público e dos jornais, no dia 27 de julho de 1955, às 14:20 horas, ele caiu aos poucos, devagarzinho. Imediatamente, pessoas de estavam nas proximidades cortavam as palhas e colheram os frutos. De tudo foi testemunha ocular o trabalhador José Dias de Oliveira.


   O acontecimento foi comentado em toda Maceió. Segundo consta, a causa de o coqueiro ter ficado aleijado fora haver o seu tronco sido perfurado por um besouro, pequeno.


  Tentando salvá-lo, reergueram o coqueiro em 29 daquele mês. Enquanto um guindaste o levantava, populares que presenciava a tentativa de ressurreição batiam palmas e davam vivas entusiásticos. No dia seguinte os jornais circularam com numerosas fotografias.

   Deve-se ao jornalista Carivaldo Brandão a iniciativa de reerguer o coqueiro. Os agrônomos Jesus Geraldo e Olavo Machado examinaram a possibilidade de salvá-lo.    

A Gazeta de Alagoas registra melancolicamente: 

   "Vão morrendo, desaparecendo, uma a uma, as coisas tradicionais desta terra: o Grande Ponto(?), o Relógio Oficial (no coração do Comercio)... Agora, o Gogó famoso, do qual já se falava em todo o Brasil" .

   Na Ponta Verde, no local onde esteve o Gogó da Ema, foi aberta uma "praça" com seu nome (foto acima)


Limites do Bairro


Perímetro 5.721m


Ao norte com Jatiuca, ao sul com Pajuçara e Oceano Atlântico, ao Leste com Oceano Atlântico e Oeste com Ponta da Terra e Poço. Projeto de Lei Nº 5.041 altera a lei 4.687/98, que dispõe sobre o perímetro urbano de Maceió e inclui o abairramento da zona urbana e dá outras providencias.


Lei municipal 4.952, de 6 de janeiro de 2000, define a descrição do perímetro do Bairro da Ponta Verde. Ponto inicial e final: Encontro da Rua Sarg. Alberto M. da Costa com Rua Deputado José Lages. Do ponto inicial segue pela Rua Dep. José Lages. Continua pela travessa Hélio Pradines até a Rua Prefeito Abdon Aroxelas prolongando-a até a margem do Oceano Atlântico, na praia da ponta verde. segue pela orla marítima ate encontrar o prolongamento da rua Eng.º Demócrito Sarmento Barroca. Daí, percorre a rua Eng.º Demócrito Sarmento Barroca ate encontra a rua Engº Mario de Gusmão. segue pela mesma ate a rua José G. Pereira do Carmo. Dai segue até a rua Durval Guimarães. Segue por essa ate encontrar a Travessa Senador Firmino Vasconcelos. Continua pela mesma ate encontrar a rua Soldado Eduardo dos Santos. Dai segue pela mesma ate o ponto inicial, no seu encontro com a Rua Deputado José Lages. Publicado no Diário Oficial do Município - DOM, em 7 de janeiro de 2000.


 Infra-estrutura da Ponta Verde


A praia de Ponta Verde por estar localizada dentro da cidade de Maceió e oferecer uma das mais belas paisagens da cidade é uma das mais procuradas praias pelos turistas e moradores da cidade. Cheia de bares à beira mar, aos fins-de- semana transforma-se num formigueiro de gente que vem aproveitar os dias de folga para passar o dia. Com um mar ora azul da cor do céu ora verde que deslumbra até mesmo turistas brasileiros já habituados as belezas naturais do País.Apesar de ser mais conhecida como "O Paraíso das Aguas", Maceió não é só praia e sol. Mas qualquer visita a essa cidade tem que começar obrigatoriamente pelas suas belas praias que estão entre as melhores do país.


  

Conheça a cidade Maceió

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Maceió reúne praias urbanas, infraestrutura completa e diferentes oportunidades para quem deseja morar ou investir em imóveis. Bairros como Ponta Verde, Jatiúca, Pajuçara, Jacarecica e Cruz das Almas oferecem apartamentos, casas, terrenos e lançamentos para diversos perfis, desde imóveis próximos ao mar até empreendimentos de médio e alto padrão.


Ari de Castro, corretor de imóveis CRECI 6356, oferece atendimento consultivo para compra, venda e avaliação de imóveis em Maceió. Com conhecimento do mercado local, auxilia cada cliente a comparar localização, características, potencial de valorização e condições de negociação. Consulte os imóveis disponíveis e fale diretamente pelo WhatsApp para encontrar uma opção adequada para morar, investir ou adquirir seu imóvel de praia em Alagoas.

R$580.000,00
Condomínio R$533,00
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ARI SOARES DE CASTRO JÚNIORCRECI - 6356F

Conheça o bairro Ponta Verde

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O bairro nobre da "Cidade Sorriso" 


 

Considerada um dos cartões postais de Maceió, a praia de Ponta Verde era conhecida antigamente como a Praia das Acanhadas por que era procurada pelas tímidas jovens da sociedade que queriam se banhar sem serem vistas e a Ponta Verde era cheia de imensos coqueiros. O nome atual foi herdado do Sítio Ponta Verde, que ficou conhecido em todo o Brasil por causa de um coqueiro de aparência inusitada - parecido com um pescoço de uma ema – o até hoje famoso "Gogó da Ema", embora não exista mais, marcou época como símbolo turístico das Alagoas. Hoje a Ponta Verde é um dos bairros mais movimentados e de melhor infra-estrutura de Maceió, caracterizado por reunir os melhores restaurantes e hotéis do litoral alagoano, além dos edifícios mais luxuosos da orla.


Uma Ponta de terra adentrando o verde mar.


Do acidente geográfico, surgiu o nome Ponta Verde; ponta vem de terra que avança pelo Oceano Atlântico, e o verde devido a imensa quantidade de matagal e coqueiros que existiam no local. Por volta da década de 40, os garotos se arriscavam por aqueles caminhos que eram cercados por inúmeros coqueiros, segundo o relato do senhor Miguel Vassalo Filho, historiador que mora no bairro da Ponta Verde e estuda a origem das ruas de Maceió. Ele conta que isso ocorreu entre as décadas de 40 e 50 e que eram feitas excursões, que partiam do ponto onde está o Marco do Corais, até a Lagoa da Anta, onde encontramos hoje o hotel Jatiuca.


O empresário Mauro Vasconcelos, conta que alguns anos mais tarde, o sítio foi comprado por seu avô, o senhor Álvaro Otacílio de Vasconcelos (nome da principal avenida da Ponta Verde que fica a beira mar). A área do bairro permaneceu em forma de sítio, aproximadamente, até a década de 1960 quando, então, começou a ser povoada, primeiramente, com a iniciativa do senhor Álvaro Vasconcelos de lotear a região; e, posteriormente , com o crescimento dos bairros de Pajuçara e Ponta da Terra, as pessoas foram povoando a região mais próxima desses bairros que é o atual bairro de Ponta Verde.


Ocupação e urbanização da Ponta Verde


É a partir dos anos 60 que começa a ocorrer um processo de preparação para a expansão do povoamento da região, através dos loteamentos que influenciaram a efetiva ocupação deste bairro, no período posterior às décadas de 70 a 90. Até a década de 50, na Ponta Verde, as habitações que existiam ficavam lá para dentro da Ponta da Terra. Ali, muitas casinhas de chão batido, cobertas de sapé, redes e gente sonolenta observavam ao longe a ponta da terra que adentrava o mar verde esmeralda que, 20 anos mais tarde seria habitada pela gente rica da cidade, através dos loteamentos. Assim o loteamento Álvaro Otacílio foi registrado na Prefeitura de Maceió, em 17 de Outubro de 1953. Em sua planta original possuía 40 quadras e 649 lotes com dimensões prediais de 15 X 30 m.


O Turismo em Ponta Verde


Sendo o turismo a vocação natural de Alagoas, Maceió começou a ocupar um lugar de destaque na definição das metas Governo. Industria em expansão no mundo inteiro, até então livre de poluição e altamente eficaz na geração de emprego. Desta forma, o bairro da Ponta Verde começou a investir em hotéis de qualidade.  


A avenida principal se transforma em uma imensa área de lazer, todos domingos, quando o trânsito é interrompido, proporcionando um final de semana diferente aos moradores e visitantes, sobretudo para as crianças que se divertem de patins, charretes, carrinhos infantis de todos os tipos. O calçadão tem uma pista para ciclistas, que acaba funcionando como pista de "cooper" e caminhadas. É uma praia de mar manso e rodeada por muitos coqueiros, e na maré baixa formam-se piscinas naturais de água morna. Ponta Verde esta pronta para receber os turistas vindos de todas as partes do mundo!


O Gogó da Ema


Gogó da Ema era um coqueiro torto, existente no sítio do Chico Zu, na Ponta Verde. No inicio era completamente desconhecido. Quem Falava dele então? Pouquíssimas pessoas. Sabe-se apenas que algumas pessoas desejosas de vê-lo, pulavam a cerca do sítio do Chico Zu (Francisco Venâncio Barbosa) arriscando-se às mordidas do cachorro que guardava a propriedade ou às chifradas de algum boi bravo que lá pastasse na ocasião.


   O mar avançou muito, derrubou outros coqueiros, fazendo com que se pudesse divisar o Gogó, da praia ou do mar, quando se passava ou tomava banho. E ei-lo que se torna, pouco a pouco, falado cantado, adquirindo até celebridade internacional. Turistas ou passageiros, ao desembarcar, indagava logo onde fica o Gogó da Ema.


Em 1930, bem perto do local, perfuraram vários poços à busca de petróleo. O mar avançou mais, pondo em perigo a famosa palmeira. Para ela foi reclamada proteção, havendo a Gazeta de Alagoas, em reportagem intitulada "Os assassinos do Gogo da Ema", denunciando o perigo. A Prefeitura mandou protegê-lo com um muro de alvenaria de tijolos e uma traves de madeira, o que não bastou para garanti-lo.


   Apesar das advertências do público e dos jornais, no dia 27 de julho de 1955, às 14:20 horas, ele caiu aos poucos, devagarzinho. Imediatamente, pessoas de estavam nas proximidades cortavam as palhas e colheram os frutos. De tudo foi testemunha ocular o trabalhador José Dias de Oliveira.


   O acontecimento foi comentado em toda Maceió. Segundo consta, a causa de o coqueiro ter ficado aleijado fora haver o seu tronco sido perfurado por um besouro, pequeno.


  Tentando salvá-lo, reergueram o coqueiro em 29 daquele mês. Enquanto um guindaste o levantava, populares que presenciava a tentativa de ressurreição batiam palmas e davam vivas entusiásticos. No dia seguinte os jornais circularam com numerosas fotografias.

   Deve-se ao jornalista Carivaldo Brandão a iniciativa de reerguer o coqueiro. Os agrônomos Jesus Geraldo e Olavo Machado examinaram a possibilidade de salvá-lo.    

A Gazeta de Alagoas registra melancolicamente: 

   "Vão morrendo, desaparecendo, uma a uma, as coisas tradicionais desta terra: o Grande Ponto(?), o Relógio Oficial (no coração do Comercio)... Agora, o Gogó famoso, do qual já se falava em todo o Brasil" .

   Na Ponta Verde, no local onde esteve o Gogó da Ema, foi aberta uma "praça" com seu nome (foto acima)


Limites do Bairro


Perímetro 5.721m


Ao norte com Jatiuca, ao sul com Pajuçara e Oceano Atlântico, ao Leste com Oceano Atlântico e Oeste com Ponta da Terra e Poço. Projeto de Lei Nº 5.041 altera a lei 4.687/98, que dispõe sobre o perímetro urbano de Maceió e inclui o abairramento da zona urbana e dá outras providencias.


Lei municipal 4.952, de 6 de janeiro de 2000, define a descrição do perímetro do Bairro da Ponta Verde. Ponto inicial e final: Encontro da Rua Sarg. Alberto M. da Costa com Rua Deputado José Lages. Do ponto inicial segue pela Rua Dep. José Lages. Continua pela travessa Hélio Pradines até a Rua Prefeito Abdon Aroxelas prolongando-a até a margem do Oceano Atlântico, na praia da ponta verde. segue pela orla marítima ate encontrar o prolongamento da rua Eng.º Demócrito Sarmento Barroca. Daí, percorre a rua Eng.º Demócrito Sarmento Barroca ate encontra a rua Engº Mario de Gusmão. segue pela mesma ate a rua José G. Pereira do Carmo. Dai segue até a rua Durval Guimarães. Segue por essa ate encontrar a Travessa Senador Firmino Vasconcelos. Continua pela mesma ate encontrar a rua Soldado Eduardo dos Santos. Dai segue pela mesma ate o ponto inicial, no seu encontro com a Rua Deputado José Lages. Publicado no Diário Oficial do Município - DOM, em 7 de janeiro de 2000.


 Infra-estrutura da Ponta Verde


A praia de Ponta Verde por estar localizada dentro da cidade de Maceió e oferecer uma das mais belas paisagens da cidade é uma das mais procuradas praias pelos turistas e moradores da cidade. Cheia de bares à beira mar, aos fins-de- semana transforma-se num formigueiro de gente que vem aproveitar os dias de folga para passar o dia. Com um mar ora azul da cor do céu ora verde que deslumbra até mesmo turistas brasileiros já habituados as belezas naturais do País.Apesar de ser mais conhecida como "O Paraíso das Aguas", Maceió não é só praia e sol. Mas qualquer visita a essa cidade tem que começar obrigatoriamente pelas suas belas praias que estão entre as melhores do país.


  

Conheça a cidade Maceió

Sem Imagem

Maceió reúne praias urbanas, infraestrutura completa e diferentes oportunidades para quem deseja morar ou investir em imóveis. Bairros como Ponta Verde, Jatiúca, Pajuçara, Jacarecica e Cruz das Almas oferecem apartamentos, casas, terrenos e lançamentos para diversos perfis, desde imóveis próximos ao mar até empreendimentos de médio e alto padrão.


Ari de Castro, corretor de imóveis CRECI 6356, oferece atendimento consultivo para compra, venda e avaliação de imóveis em Maceió. Com conhecimento do mercado local, auxilia cada cliente a comparar localização, características, potencial de valorização e condições de negociação. Consulte os imóveis disponíveis e fale diretamente pelo WhatsApp para encontrar uma opção adequada para morar, investir ou adquirir seu imóvel de praia em Alagoas.

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