Apartamento a Venda em Maceió na Pajuçara, 2 Quartos, Varanda, para Morar ou Investir Edf. Bragança Residence - Alagoas
Em construção
15 Fotos
R$552.312,12

Edf. Bragança Residence na Pajuçara, 2 Quartos, Varanda, para Morar ou Investir - Maceió Alagoas

Pajuçara - Maceió/AL
2 Dormitórios, sendo 1 suíte
1 Vaga
55,98 m² (Privativa)

Descrição do imóvel

Edf. Bragança Residence na Pajuçara, 2 Quartos, Varanda, para Morar ou Investir - Maceió Alagoas


Você está em busca de um apartamento confortável, bem localizado e com uma infraestrutura completa para toda a família?


Então conheça o EDF. Bragança Residence, localizado na Pajuçara, um dos melhores bairros de Maceió, o lugar perfeito para viver com qualidade de vida e com muitas opções de lazer.


Apartamento com 39,07m², sendo 1 suíte, cozinha/serviço, sala de estar e jantar, e varanda, tudo para garantir conforto e praticidade no seu dia a dia.


Além disso, o condomínio conta com diversas opções de lazer, como brinquedoteca, campo de futebol, churrasqueira, deck, espaço gourmet, fitness, piscina adulto e infantil, playground, salão de festa, salão de jogos, banheiros masculino e feminino e gerador de energia.


O EDF. Bragança Residence é ideal tanto para quem busca uma residência fixa como para investidores que desejam lucrar com aluguéis em plataformas como o Airbnb.


Com uma localização privilegiada, o condomínio está próximo a comércios, escolas, restaurantes, praias e muito mais, garantindo praticidade e comodidade para os moradores.


Não perca a chance de conhecer o EDF. Bragança Residence e descobrir tudo o que ele tem a oferecer. Agende já sua visita e venha fazer parte desse empreendimento incrível!


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Ari de Castro

Corretor de Imóveis

CRECI 6356

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As informações estão sujeitas a alterações. Consulte o corretor responsável.

Cômodos

2 Dormitórios, sendo 1 suíte
2 Banheiros
1 Vaga
1 Cozinha
1 Sala de jantar
1 Sala de estar
1 Área de serviço

Áreas

Área Privativa: 55,98m²

Características

Brinquedoteca

Características do Condomínio

Academia de ginástica
Brinquedoteca
Espaço Gourmet
Espaço Grill
Espaço Pet
Piscina
Sala de jogos
Salão de festas

Valores

Aceita Financiamento: Sim

Outras Informações

Referência: BRAGANCA_RES_12971_
Perfil: Residencial
Situação: Em construção
Previsão de entrega: Julho 2026

Localização

Pajuçara - Maceió/AL

Conheça o bairro Pajuçara

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Pajuçara: O Cartão Postal do "Paraíso das Águas"


O bairro de Pajuçara, um dos mais tradicionais de Maceió, conquistou o status de cartão postal do "Paraíso das Águas" e se tornou uma referência para turistas nacionais e estrangeiros que escolhem Maceió como destino de lazer. Sua bela praia, conhecida como o lugar onde o mar beija as areias, é elogiada por todos que visitam a capital alagoana, graças ao azul e verde do mar, às suas piscinas naturais, às jangadas e à paisagem exuberante de coqueirais.


O bairro surgiu no século passado como um balneário para famílias ricas que moravam em Bebedouro, Farol e no Centro. Naquela época, era considerado distante e sua população era formada principalmente por pescadores.


De acordo com o dicionário Aurélio Buarque de Holanda, Pajuçara significa "muito grande", referindo-se ao seu corpo e estatura imponentes. Alguns historiadores afirmam que o nome tem origem indígena e é escrito como "Pajussara". No entanto, os fundadores do Iate Clube Pajussara, estabelecido no início da década de 1950, adotaram a grafia com "ç", que se tornou conhecida em todo o país.


A visita do imperador Dom Pedro II a Maceió, em 1859, aconteceu quando Pajuçara já existia. Na época, o local era pouco habitado, com algumas casas de veraneio e muitas palafitas de pescadores. O imperador ficou encantado com a beleza da enseada.


Ao longo dos anos, Pajuçara foi lar de ex-governadores como Arnon de Mello, seu filho Fernando Collor de Mello, Guilherme Palmeira, Afrânio Lajes e outros políticos, empresários ricos e intelectuais. Os antigos casarões da Epaminondas Gracindo e da Antonio Gouveia foram adaptados para abrigar estabelecimentos comerciais ou substituídos por edifícios de apartamentos e hotéis.


O bairro também é marcado por figuras ilustres, como o renomado ator Paulo Gracindo, que passou sua infância lá e alcançou grande sucesso no teatro e na televisão. Famílias como os Gracindo Brandão, Soares Palmeiras, Lopes, Simons, Conde, Jatobá, Rossiter e Guimarães viveram no bairro por muitas gerações.


O Colégio Imaculada Conceição é uma referência na Pajuçara, com sua capela de frente para o mar. O antigo Cine Rex, a Praça da Liberdade, a Escola de Samba Jangadeiros Alagoanos, e o antigo Clube de Regatas e seus bailes, o campo de futebol e os bondes que percorriam a Epaminondas Gracindo são lembranças nostálgicas para aqueles que viveram no bairro.


Os bondes eram uma atração do bairro nas décadas de 1940 e 1950. Em uma época em que carros de passeio eram raros, eles eram o principal meio de transporte para os moradores da Pajuçara. Estudantes de várias escolas, como o Instituto de Educação, o Colégio de São José, o Colégio do Sacramento e outros, usavam os bondes para ir do bairro ao Centro e ao Farol.


Os bondes percorriam diversos bairros, como Bebedouro, Mutange, Bom Parto, Cambona, Farol, Centro, Prado, Trapiche, Jaraguá e Pajuçara. Eles deixaram saudades, pois não poluíam o ambiente e não tinham concorrência, ao contrário dos ônibus de hoje.


Os moradores antigos ainda se reúnem nas calçadas, principalmente aqueles que vivem mais distantes da orla marítima, em ruas como Elísio de Carvalho, Almirante Mascarenhas, Ouvidor Batalha e do Cravo. Eles gostam de passar o tempo conversando, especialmente durante o verão, para enfrentar o calor da madrugada.


A rua Elísio de Carvalho abriga os moradores mais antigos, incluindo viúvas e aposentados, que se reúnem para reclamar do custo de vida, relembrar o passado ou comentar algo que viram na televisão. Pela manhã cedo, são despertados pelos vendedores de mungunzá, pão, verduras e outros ambulantes, que anunciam seus produtos em voz alta. Muitas donas de casa nem precisam sair de casa para fazer compras, pois podem adquirir tudo na porta de casa. No entanto, também há supermercados, mercearias e sacolões para compras maiores.


Após a urbanização ocorrida há mais de duas décadas, Pajuçara se tornou o principal ponto de lazer para alagoanos e turistas. Com o aumento do fluxo de visitantes em busca de diversão, surgiram bares, restaurantes, boates, supermercados, mercearias e outros estabelecimentos comerciais. Ruas como Jangadeiros Alagoanos e Epaminondas Gracindo estão ocupadas por esses estabelecimentos, enquanto a orla marítima é repleta de hotéis e prédios residenciais. Os moradores de Pajuçara têm acesso a todos os serviços necessários em sua proximidade, incluindo o supermercado Bompreço, mercearias, açougues, farmácias, padarias e outros comércios. Para aqueles que desejam peixes frescos, há uma balança na beira-mar onde podem adquirir diversas espécies de pescado diretamente do mar.


O bairro também abriga galerias e mini shoppings, que apresentam as butiques mais sofisticadas da cidade. Durante os fins de semana de verão, há sempre um trio elétrico passando pela orla, onde acontece o Maceió Fest em dezembro e o carnaval em fevereiro.


A piscina natural, localizada a dois quilômetros da costa e formada por recifes, é amplamente conhecida em todo o Brasil. A praia de Pajuçara atrai turistas que ocupam seus espaços durante a alta temporada de verão, frequentando bares, restaurantes e visitando a piscina natural. Essa atração é considerada a "joia do turismo" alagoano. O visitante encontra um cenário paradisíaco, avistando toda a orla marítima, com seus imponentes prédios residenciais e hotéis, além dos coqueirais. Toda a extensão da praia é urbanizada, com campos de futebol, vôlei, tênis, uma feira de artesanato e em breve um espaço para shows e eventos. Aqueles que visitam Maceió e não conhecem a piscina natural de Pajuçara perdem uma das paisagens mais bonitas do litoral alagoano. Cada jangada pode transportar em média sete passageiros, que desfrutam de um passeio emocionante pela enseada e passam algumas horas desfrutando de lazer completo. No verão, não faltam conjuntos de forró para animar ainda mais os banhistas.


A Feirinha de Artesanato da Pajuçara em Maceió há anos é um referencial para compras de diversos tipos de artesanatos locais, regionais e também lembranças do estado. São muitas opções que vão desde bolsas de palha até bonecos de cerâmica. 

Conheça a cidade Maceió

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História


O povoado que deu origem a Maceió surgiu num engenho de açúcar. Antes de sua fundação, em 1609, morava em Pajuçara Manoel Antônio Duro que havia recebido uma sesmaria de Diogo Soares, alcaide-mor de Santa Maria Madalena.


As terras foram transferidas depois para outros donos e em 1673 o rei de Portugal determinou ao Visconde de Barbacena a construção de um forte no porto de Jaraguá para evitar o comércio ilegal do pau-brasil.

O povoado tinha uma capelinha em homenagem a Nossa Senhora dos Prazeres construída onde hoje está a igreja matriz, na Praça Dom Pedro II.


O desenvolvimento do povoado foi impulsionado pelo porto de Jaraguá sendo desmembrado da Vila das Alagoas em 05 de dezembro de 1815, quando D. João VI assinou o alvará régio.


Com a emancipação política de Alagoas, em 1817, o governador da nova Capitania, Sebastião de Mélo e Póvoas iniciou o processo de transferência da capital para Maceió, um processo tumultuado que encontrou resistência de homens públicos e da câmara Municipal.


Uma expedição militar de Pernambuco e da Bahia chegaram a Maceió para garantir a ordem e no dia 16 de dezembro de 1839 foi instalada a sede do governo em Maceió. A partir daí Maceió consolidou seu desenvolvimento administrativo e político. Teve início uma nova fase no comércio e começou a industrialização.


O nome Maceió tem denominação tupi 'Maçayó' ou 'Maçaio-k' que significa 'o que tapa o alagadiço'.


Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Maceió, por Resolução Régia de 09-06-1819 e por Alvará de 05-07-1821, subordinado a antiga vila de Alagoas.

Elevado à categoria de vila com a denominação de Alagoas, pelo Alvará de 05-12-1815, desmembrado de Vila de Alagoas. Instalado em 29-12-1816.

Pelo Alvará de 05-07-1821 e por Lei Provincial n.º 461, de 27-06-1865, é criado o distrito de Jaraguá e anexado a vila de Maceió.

Elevado à condição de cidade, sede e capital com a denominação de Maceió, pela Lei ou Resolução Provincial n.º 11, de 09-12-1839.

Pela Lei Estadual n.º 386, de 24-05-1904, é criado o distrito de Bebedouro e anexado ao município de Maceió.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 3 distritos: Maceió, Bebedouro e Jaraguá.

Pela Lei Estadual n.º 1.101, de 07-06-1927, o município de Maceió adquiriu do município de Santa Luzia o distrito de Fernão Velho.

Em divisão administrativa referente ao de 1933, o município é constituído de 5 distritos: Maceió, Bebedouro, Fernão Velho, Jaraguá e Meirim.

Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 8 distritos: Maceió, Bebedouro, Farol, Fernão Velho, Jaraguá, Meirim, Pajussara e Poço.

Pelo Decreto-lei Estadual n.º 2.361, de 31-03-1938, os distritos de Bebedouro, Farol, Fernão Velho, Jaraguá, Meirim, Pajussara e Poço, perderam a categoria de distrito, sendo anexados ao distrito sede de Maceió, como simples zona administrativa.

No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído do distrito sede.

Pela Lei Estadual n.º 1.473, de 17-09-1949, são criados os distritos de Fernão Velho e Floriano Peixoto, criados com terras do sub-distrito de Meirim.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Maceió, Fernão Velho e Floriano Peixoto.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VI-1995.

Em 08-01-1998, são extintos distritos de Fernão Velho e Floriano Peixoto, sendo seus territórios anexados ao distrito sede do município de Maceió.


Em divisão territorial datada de 2003, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.


Fonte

Maceió (AL). Prefeitura. 2014. Disponível em: http://www.smf.maceio.al.gov.br. Acesso em: jan. 2014.

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Conheça o bairro Pajuçara

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Pajuçara: O Cartão Postal do "Paraíso das Águas"


O bairro de Pajuçara, um dos mais tradicionais de Maceió, conquistou o status de cartão postal do "Paraíso das Águas" e se tornou uma referência para turistas nacionais e estrangeiros que escolhem Maceió como destino de lazer. Sua bela praia, conhecida como o lugar onde o mar beija as areias, é elogiada por todos que visitam a capital alagoana, graças ao azul e verde do mar, às suas piscinas naturais, às jangadas e à paisagem exuberante de coqueirais.


O bairro surgiu no século passado como um balneário para famílias ricas que moravam em Bebedouro, Farol e no Centro. Naquela época, era considerado distante e sua população era formada principalmente por pescadores.


De acordo com o dicionário Aurélio Buarque de Holanda, Pajuçara significa "muito grande", referindo-se ao seu corpo e estatura imponentes. Alguns historiadores afirmam que o nome tem origem indígena e é escrito como "Pajussara". No entanto, os fundadores do Iate Clube Pajussara, estabelecido no início da década de 1950, adotaram a grafia com "ç", que se tornou conhecida em todo o país.


A visita do imperador Dom Pedro II a Maceió, em 1859, aconteceu quando Pajuçara já existia. Na época, o local era pouco habitado, com algumas casas de veraneio e muitas palafitas de pescadores. O imperador ficou encantado com a beleza da enseada.


Ao longo dos anos, Pajuçara foi lar de ex-governadores como Arnon de Mello, seu filho Fernando Collor de Mello, Guilherme Palmeira, Afrânio Lajes e outros políticos, empresários ricos e intelectuais. Os antigos casarões da Epaminondas Gracindo e da Antonio Gouveia foram adaptados para abrigar estabelecimentos comerciais ou substituídos por edifícios de apartamentos e hotéis.


O bairro também é marcado por figuras ilustres, como o renomado ator Paulo Gracindo, que passou sua infância lá e alcançou grande sucesso no teatro e na televisão. Famílias como os Gracindo Brandão, Soares Palmeiras, Lopes, Simons, Conde, Jatobá, Rossiter e Guimarães viveram no bairro por muitas gerações.


O Colégio Imaculada Conceição é uma referência na Pajuçara, com sua capela de frente para o mar. O antigo Cine Rex, a Praça da Liberdade, a Escola de Samba Jangadeiros Alagoanos, e o antigo Clube de Regatas e seus bailes, o campo de futebol e os bondes que percorriam a Epaminondas Gracindo são lembranças nostálgicas para aqueles que viveram no bairro.


Os bondes eram uma atração do bairro nas décadas de 1940 e 1950. Em uma época em que carros de passeio eram raros, eles eram o principal meio de transporte para os moradores da Pajuçara. Estudantes de várias escolas, como o Instituto de Educação, o Colégio de São José, o Colégio do Sacramento e outros, usavam os bondes para ir do bairro ao Centro e ao Farol.


Os bondes percorriam diversos bairros, como Bebedouro, Mutange, Bom Parto, Cambona, Farol, Centro, Prado, Trapiche, Jaraguá e Pajuçara. Eles deixaram saudades, pois não poluíam o ambiente e não tinham concorrência, ao contrário dos ônibus de hoje.


Os moradores antigos ainda se reúnem nas calçadas, principalmente aqueles que vivem mais distantes da orla marítima, em ruas como Elísio de Carvalho, Almirante Mascarenhas, Ouvidor Batalha e do Cravo. Eles gostam de passar o tempo conversando, especialmente durante o verão, para enfrentar o calor da madrugada.


A rua Elísio de Carvalho abriga os moradores mais antigos, incluindo viúvas e aposentados, que se reúnem para reclamar do custo de vida, relembrar o passado ou comentar algo que viram na televisão. Pela manhã cedo, são despertados pelos vendedores de mungunzá, pão, verduras e outros ambulantes, que anunciam seus produtos em voz alta. Muitas donas de casa nem precisam sair de casa para fazer compras, pois podem adquirir tudo na porta de casa. No entanto, também há supermercados, mercearias e sacolões para compras maiores.


Após a urbanização ocorrida há mais de duas décadas, Pajuçara se tornou o principal ponto de lazer para alagoanos e turistas. Com o aumento do fluxo de visitantes em busca de diversão, surgiram bares, restaurantes, boates, supermercados, mercearias e outros estabelecimentos comerciais. Ruas como Jangadeiros Alagoanos e Epaminondas Gracindo estão ocupadas por esses estabelecimentos, enquanto a orla marítima é repleta de hotéis e prédios residenciais. Os moradores de Pajuçara têm acesso a todos os serviços necessários em sua proximidade, incluindo o supermercado Bompreço, mercearias, açougues, farmácias, padarias e outros comércios. Para aqueles que desejam peixes frescos, há uma balança na beira-mar onde podem adquirir diversas espécies de pescado diretamente do mar.


O bairro também abriga galerias e mini shoppings, que apresentam as butiques mais sofisticadas da cidade. Durante os fins de semana de verão, há sempre um trio elétrico passando pela orla, onde acontece o Maceió Fest em dezembro e o carnaval em fevereiro.


A piscina natural, localizada a dois quilômetros da costa e formada por recifes, é amplamente conhecida em todo o Brasil. A praia de Pajuçara atrai turistas que ocupam seus espaços durante a alta temporada de verão, frequentando bares, restaurantes e visitando a piscina natural. Essa atração é considerada a "joia do turismo" alagoano. O visitante encontra um cenário paradisíaco, avistando toda a orla marítima, com seus imponentes prédios residenciais e hotéis, além dos coqueirais. Toda a extensão da praia é urbanizada, com campos de futebol, vôlei, tênis, uma feira de artesanato e em breve um espaço para shows e eventos. Aqueles que visitam Maceió e não conhecem a piscina natural de Pajuçara perdem uma das paisagens mais bonitas do litoral alagoano. Cada jangada pode transportar em média sete passageiros, que desfrutam de um passeio emocionante pela enseada e passam algumas horas desfrutando de lazer completo. No verão, não faltam conjuntos de forró para animar ainda mais os banhistas.


A Feirinha de Artesanato da Pajuçara em Maceió há anos é um referencial para compras de diversos tipos de artesanatos locais, regionais e também lembranças do estado. São muitas opções que vão desde bolsas de palha até bonecos de cerâmica. 

Conheça a cidade Maceió

Sem Imagem

História


O povoado que deu origem a Maceió surgiu num engenho de açúcar. Antes de sua fundação, em 1609, morava em Pajuçara Manoel Antônio Duro que havia recebido uma sesmaria de Diogo Soares, alcaide-mor de Santa Maria Madalena.


As terras foram transferidas depois para outros donos e em 1673 o rei de Portugal determinou ao Visconde de Barbacena a construção de um forte no porto de Jaraguá para evitar o comércio ilegal do pau-brasil.

O povoado tinha uma capelinha em homenagem a Nossa Senhora dos Prazeres construída onde hoje está a igreja matriz, na Praça Dom Pedro II.


O desenvolvimento do povoado foi impulsionado pelo porto de Jaraguá sendo desmembrado da Vila das Alagoas em 05 de dezembro de 1815, quando D. João VI assinou o alvará régio.


Com a emancipação política de Alagoas, em 1817, o governador da nova Capitania, Sebastião de Mélo e Póvoas iniciou o processo de transferência da capital para Maceió, um processo tumultuado que encontrou resistência de homens públicos e da câmara Municipal.


Uma expedição militar de Pernambuco e da Bahia chegaram a Maceió para garantir a ordem e no dia 16 de dezembro de 1839 foi instalada a sede do governo em Maceió. A partir daí Maceió consolidou seu desenvolvimento administrativo e político. Teve início uma nova fase no comércio e começou a industrialização.


O nome Maceió tem denominação tupi 'Maçayó' ou 'Maçaio-k' que significa 'o que tapa o alagadiço'.


Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Maceió, por Resolução Régia de 09-06-1819 e por Alvará de 05-07-1821, subordinado a antiga vila de Alagoas.

Elevado à categoria de vila com a denominação de Alagoas, pelo Alvará de 05-12-1815, desmembrado de Vila de Alagoas. Instalado em 29-12-1816.

Pelo Alvará de 05-07-1821 e por Lei Provincial n.º 461, de 27-06-1865, é criado o distrito de Jaraguá e anexado a vila de Maceió.

Elevado à condição de cidade, sede e capital com a denominação de Maceió, pela Lei ou Resolução Provincial n.º 11, de 09-12-1839.

Pela Lei Estadual n.º 386, de 24-05-1904, é criado o distrito de Bebedouro e anexado ao município de Maceió.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 3 distritos: Maceió, Bebedouro e Jaraguá.

Pela Lei Estadual n.º 1.101, de 07-06-1927, o município de Maceió adquiriu do município de Santa Luzia o distrito de Fernão Velho.

Em divisão administrativa referente ao de 1933, o município é constituído de 5 distritos: Maceió, Bebedouro, Fernão Velho, Jaraguá e Meirim.

Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 8 distritos: Maceió, Bebedouro, Farol, Fernão Velho, Jaraguá, Meirim, Pajussara e Poço.

Pelo Decreto-lei Estadual n.º 2.361, de 31-03-1938, os distritos de Bebedouro, Farol, Fernão Velho, Jaraguá, Meirim, Pajussara e Poço, perderam a categoria de distrito, sendo anexados ao distrito sede de Maceió, como simples zona administrativa.

No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído do distrito sede.

Pela Lei Estadual n.º 1.473, de 17-09-1949, são criados os distritos de Fernão Velho e Floriano Peixoto, criados com terras do sub-distrito de Meirim.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Maceió, Fernão Velho e Floriano Peixoto.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VI-1995.

Em 08-01-1998, são extintos distritos de Fernão Velho e Floriano Peixoto, sendo seus territórios anexados ao distrito sede do município de Maceió.


Em divisão territorial datada de 2003, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.


Fonte

Maceió (AL). Prefeitura. 2014. Disponível em: http://www.smf.maceio.al.gov.br. Acesso em: jan. 2014.

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