Apartamento 85m², Mobiliado com 2 Quartos com Varanda na Praia de Jatiúca - Maceió Alagoas
Ponta Verde - Maceió/ALDescrição do imóvel
Apartamento 85m², Mobiliado com 2 Quartos com Varanda na Praia de Jatiúca - Maceió Alagoas
Apartamento MOBILIADO
PORTEIRA FECHADA
* Varanda;
* 2 Quartos, sendo 01 Suíte;
* Sala de Estar/Jantar
* Banheiro Social;
* Cozinha;
* Área de Serviço;
* DCE;
* 01 Vaga de Estacionamento
* Lazer completo: Na cobertura, você encontra piscina, sauna e churrasqueira ;
* Localização privilegiada: Próximo a bares, colégios, farmácias, lojas conceituadas e a poucos passos da praia da Jatiuca e ponta verde.
* Segurança e conforto: Um condomínio completo para você viver com tranquilidade e bem-estar.
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Ari de Castro
Corretor de Imóveis
CRECI 6356
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As informações estão sujeitas a alterações. Consulte o corretor responsável.
Cômodos
Áreas
Características
Características do Condomínio
Valores
Outras Informações
Proximidades
Localização
Conheça o bairro Ponta Verde
O bairro nobre da "Cidade Sorriso"
Considerada um dos cartões postais de Maceió, a praia de Ponta Verde era conhecida antigamente como a Praia das Acanhadas por que era procurada pelas tímidas jovens da sociedade que queriam se banhar sem serem vistas e a Ponta Verde era cheia de imensos coqueiros. O nome atual foi herdado do Sítio Ponta Verde, que ficou conhecido em todo o Brasil por causa de um coqueiro de aparência inusitada - parecido com um pescoço de uma ema – o até hoje famoso "Gogó da Ema", embora não exista mais, marcou época como símbolo turístico das Alagoas. Hoje a Ponta Verde é um dos bairros mais movimentados e de melhor infra-estrutura de Maceió, caracterizado por reunir os melhores restaurantes e hotéis do litoral alagoano, além dos edifícios mais luxuosos da orla.
Uma Ponta de terra adentrando o verde mar.
Do acidente geográfico, surgiu o nome Ponta Verde; ponta vem de terra que avança pelo Oceano Atlântico, e o verde devido a imensa quantidade de matagal e coqueiros que existiam no local. Por volta da década de 40, os garotos se arriscavam por aqueles caminhos que eram cercados por inúmeros coqueiros, segundo o relato do senhor Miguel Vassalo Filho, historiador que mora no bairro da Ponta Verde e estuda a origem das ruas de Maceió. Ele conta que isso ocorreu entre as décadas de 40 e 50 e que eram feitas excursões, que partiam do ponto onde está o Marco do Corais, até a Lagoa da Anta, onde encontramos hoje o hotel Jatiuca.
O empresário Mauro Vasconcelos, conta que alguns anos mais tarde, o sítio foi comprado por seu avô, o senhor Álvaro Otacílio de Vasconcelos (nome da principal avenida da Ponta Verde que fica a beira mar). A área do bairro permaneceu em forma de sítio, aproximadamente, até a década de 1960 quando, então, começou a ser povoada, primeiramente, com a iniciativa do senhor Álvaro Vasconcelos de lotear a região; e, posteriormente , com o crescimento dos bairros de Pajuçara e Ponta da Terra, as pessoas foram povoando a região mais próxima desses bairros que é o atual bairro de Ponta Verde.
Ocupação e urbanização da Ponta Verde
É a partir dos anos 60 que começa a ocorrer um processo de preparação para a expansão do povoamento da região, através dos loteamentos que influenciaram a efetiva ocupação deste bairro, no período posterior às décadas de 70 a 90. Até a década de 50, na Ponta Verde, as habitações que existiam ficavam lá para dentro da Ponta da Terra. Ali, muitas casinhas de chão batido, cobertas de sapé, redes e gente sonolenta observavam ao longe a ponta da terra que adentrava o mar verde esmeralda que, 20 anos mais tarde seria habitada pela gente rica da cidade, através dos loteamentos. Assim o loteamento Álvaro Otacílio foi registrado na Prefeitura de Maceió, em 17 de Outubro de 1953. Em sua planta original possuía 40 quadras e 649 lotes com dimensões prediais de 15 X 30 m.
O Turismo em Ponta Verde
Sendo o turismo a vocação natural de Alagoas, Maceió começou a ocupar um lugar de destaque na definição das metas Governo. Industria em expansão no mundo inteiro, até então livre de poluição e altamente eficaz na geração de emprego. Desta forma, o bairro da Ponta Verde começou a investir em hotéis de qualidade.
A avenida principal se transforma em uma imensa área de lazer, todos domingos, quando o trânsito é interrompido, proporcionando um final de semana diferente aos moradores e visitantes, sobretudo para as crianças que se divertem de patins, charretes, carrinhos infantis de todos os tipos. O calçadão tem uma pista para ciclistas, que acaba funcionando como pista de "cooper" e caminhadas. É uma praia de mar manso e rodeada por muitos coqueiros, e na maré baixa formam-se piscinas naturais de água morna. Ponta Verde esta pronta para receber os turistas vindos de todas as partes do mundo!
O Gogó da Ema
Gogó da Ema era um coqueiro torto, existente no sítio do Chico Zu, na Ponta Verde. No inicio era completamente desconhecido. Quem Falava dele então? Pouquíssimas pessoas. Sabe-se apenas que algumas pessoas desejosas de vê-lo, pulavam a cerca do sítio do Chico Zu (Francisco Venâncio Barbosa) arriscando-se às mordidas do cachorro que guardava a propriedade ou às chifradas de algum boi bravo que lá pastasse na ocasião.
O mar avançou muito, derrubou outros coqueiros, fazendo com que se pudesse divisar o Gogó, da praia ou do mar, quando se passava ou tomava banho. E ei-lo que se torna, pouco a pouco, falado cantado, adquirindo até celebridade internacional. Turistas ou passageiros, ao desembarcar, indagava logo onde fica o Gogó da Ema.
Em 1930, bem perto do local, perfuraram vários poços à busca de petróleo. O mar avançou mais, pondo em perigo a famosa palmeira. Para ela foi reclamada proteção, havendo a Gazeta de Alagoas, em reportagem intitulada "Os assassinos do Gogo da Ema", denunciando o perigo. A Prefeitura mandou protegê-lo com um muro de alvenaria de tijolos e uma traves de madeira, o que não bastou para garanti-lo.
Apesar das advertências do público e dos jornais, no dia 27 de julho de 1955, às 14:20 horas, ele caiu aos poucos, devagarzinho. Imediatamente, pessoas de estavam nas proximidades cortavam as palhas e colheram os frutos. De tudo foi testemunha ocular o trabalhador José Dias de Oliveira.
O acontecimento foi comentado em toda Maceió. Segundo consta, a causa de o coqueiro ter ficado aleijado fora haver o seu tronco sido perfurado por um besouro, pequeno.
Tentando salvá-lo, reergueram o coqueiro em 29 daquele mês. Enquanto um guindaste o levantava, populares que presenciava a tentativa de ressurreição batiam palmas e davam vivas entusiásticos. No dia seguinte os jornais circularam com numerosas fotografias.
Deve-se ao jornalista Carivaldo Brandão a iniciativa de reerguer o coqueiro. Os agrônomos Jesus Geraldo e Olavo Machado examinaram a possibilidade de salvá-lo.
A Gazeta de Alagoas registra melancolicamente:
"Vão morrendo, desaparecendo, uma a uma, as coisas tradicionais desta terra: o Grande Ponto(?), o Relógio Oficial (no coração do Comercio)... Agora, o Gogó famoso, do qual já se falava em todo o Brasil" .
Na Ponta Verde, no local onde esteve o Gogó da Ema, foi aberta uma "praça" com seu nome (foto acima)
Limites do Bairro
Perímetro 5.721m
Ao norte com Jatiuca, ao sul com Pajuçara e Oceano Atlântico, ao Leste com Oceano Atlântico e Oeste com Ponta da Terra e Poço. Projeto de Lei Nº 5.041 altera a lei 4.687/98, que dispõe sobre o perímetro urbano de Maceió e inclui o abairramento da zona urbana e dá outras providencias.
Lei municipal 4.952, de 6 de janeiro de 2000, define a descrição do perímetro do Bairro da Ponta Verde. Ponto inicial e final: Encontro da Rua Sarg. Alberto M. da Costa com Rua Deputado José Lages. Do ponto inicial segue pela Rua Dep. José Lages. Continua pela travessa Hélio Pradines até a Rua Prefeito Abdon Aroxelas prolongando-a até a margem do Oceano Atlântico, na praia da ponta verde. segue pela orla marítima ate encontrar o prolongamento da rua Eng.º Demócrito Sarmento Barroca. Daí, percorre a rua Eng.º Demócrito Sarmento Barroca ate encontra a rua Engº Mario de Gusmão. segue pela mesma ate a rua José G. Pereira do Carmo. Dai segue até a rua Durval Guimarães. Segue por essa ate encontrar a Travessa Senador Firmino Vasconcelos. Continua pela mesma ate encontrar a rua Soldado Eduardo dos Santos. Dai segue pela mesma ate o ponto inicial, no seu encontro com a Rua Deputado José Lages. Publicado no Diário Oficial do Município - DOM, em 7 de janeiro de 2000.
Infra-estrutura da Ponta Verde
A praia de Ponta Verde por estar localizada dentro da cidade de Maceió e oferecer uma das mais belas paisagens da cidade é uma das mais procuradas praias pelos turistas e moradores da cidade. Cheia de bares à beira mar, aos fins-de- semana transforma-se num formigueiro de gente que vem aproveitar os dias de folga para passar o dia. Com um mar ora azul da cor do céu ora verde que deslumbra até mesmo turistas brasileiros já habituados as belezas naturais do País.Apesar de ser mais conhecida como "O Paraíso das Aguas", Maceió não é só praia e sol. Mas qualquer visita a essa cidade tem que começar obrigatoriamente pelas suas belas praias que estão entre as melhores do país.
Conheça a cidade Maceió
História
O povoado que deu origem a Maceió surgiu num engenho de açúcar. Antes de sua fundação, em 1609, morava em Pajuçara Manoel Antônio Duro que havia recebido uma sesmaria de Diogo Soares, alcaide-mor de Santa Maria Madalena.
As terras foram transferidas depois para outros donos e em 1673 o rei de Portugal determinou ao Visconde de Barbacena a construção de um forte no porto de Jaraguá para evitar o comércio ilegal do pau-brasil.
O povoado tinha uma capelinha em homenagem a Nossa Senhora dos Prazeres construída onde hoje está a igreja matriz, na Praça Dom Pedro II.
O desenvolvimento do povoado foi impulsionado pelo porto de Jaraguá sendo desmembrado da Vila das Alagoas em 05 de dezembro de 1815, quando D. João VI assinou o alvará régio.
Com a emancipação política de Alagoas, em 1817, o governador da nova Capitania, Sebastião de Mélo e Póvoas iniciou o processo de transferência da capital para Maceió, um processo tumultuado que encontrou resistência de homens públicos e da câmara Municipal.
Uma expedição militar de Pernambuco e da Bahia chegaram a Maceió para garantir a ordem e no dia 16 de dezembro de 1839 foi instalada a sede do governo em Maceió. A partir daí Maceió consolidou seu desenvolvimento administrativo e político. Teve início uma nova fase no comércio e começou a industrialização.
O nome Maceió tem denominação tupi 'Maçayó' ou 'Maçaio-k' que significa 'o que tapa o alagadiço'.
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Maceió, por Resolução Régia de 09-06-1819 e por Alvará de 05-07-1821, subordinado a antiga vila de Alagoas.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Alagoas, pelo Alvará de 05-12-1815, desmembrado de Vila de Alagoas. Instalado em 29-12-1816.
Pelo Alvará de 05-07-1821 e por Lei Provincial n.º 461, de 27-06-1865, é criado o distrito de Jaraguá e anexado a vila de Maceió.
Elevado à condição de cidade, sede e capital com a denominação de Maceió, pela Lei ou Resolução Provincial n.º 11, de 09-12-1839.
Pela Lei Estadual n.º 386, de 24-05-1904, é criado o distrito de Bebedouro e anexado ao município de Maceió.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 3 distritos: Maceió, Bebedouro e Jaraguá.
Pela Lei Estadual n.º 1.101, de 07-06-1927, o município de Maceió adquiriu do município de Santa Luzia o distrito de Fernão Velho.
Em divisão administrativa referente ao de 1933, o município é constituído de 5 distritos: Maceió, Bebedouro, Fernão Velho, Jaraguá e Meirim.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 8 distritos: Maceió, Bebedouro, Farol, Fernão Velho, Jaraguá, Meirim, Pajussara e Poço.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 2.361, de 31-03-1938, os distritos de Bebedouro, Farol, Fernão Velho, Jaraguá, Meirim, Pajussara e Poço, perderam a categoria de distrito, sendo anexados ao distrito sede de Maceió, como simples zona administrativa.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído do distrito sede.
Pela Lei Estadual n.º 1.473, de 17-09-1949, são criados os distritos de Fernão Velho e Floriano Peixoto, criados com terras do sub-distrito de Meirim.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Maceió, Fernão Velho e Floriano Peixoto.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VI-1995.
Em 08-01-1998, são extintos distritos de Fernão Velho e Floriano Peixoto, sendo seus territórios anexados ao distrito sede do município de Maceió.
Em divisão territorial datada de 2003, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Fonte
Maceió (AL). Prefeitura. 2014. Disponível em: http://www.smf.maceio.al.gov.br. Acesso em: jan. 2014.

Conheça o bairro Ponta Verde
O bairro nobre da "Cidade Sorriso"
Considerada um dos cartões postais de Maceió, a praia de Ponta Verde era conhecida antigamente como a Praia das Acanhadas por que era procurada pelas tímidas jovens da sociedade que queriam se banhar sem serem vistas e a Ponta Verde era cheia de imensos coqueiros. O nome atual foi herdado do Sítio Ponta Verde, que ficou conhecido em todo o Brasil por causa de um coqueiro de aparência inusitada - parecido com um pescoço de uma ema – o até hoje famoso "Gogó da Ema", embora não exista mais, marcou época como símbolo turístico das Alagoas. Hoje a Ponta Verde é um dos bairros mais movimentados e de melhor infra-estrutura de Maceió, caracterizado por reunir os melhores restaurantes e hotéis do litoral alagoano, além dos edifícios mais luxuosos da orla.
Uma Ponta de terra adentrando o verde mar.
Do acidente geográfico, surgiu o nome Ponta Verde; ponta vem de terra que avança pelo Oceano Atlântico, e o verde devido a imensa quantidade de matagal e coqueiros que existiam no local. Por volta da década de 40, os garotos se arriscavam por aqueles caminhos que eram cercados por inúmeros coqueiros, segundo o relato do senhor Miguel Vassalo Filho, historiador que mora no bairro da Ponta Verde e estuda a origem das ruas de Maceió. Ele conta que isso ocorreu entre as décadas de 40 e 50 e que eram feitas excursões, que partiam do ponto onde está o Marco do Corais, até a Lagoa da Anta, onde encontramos hoje o hotel Jatiuca.
O empresário Mauro Vasconcelos, conta que alguns anos mais tarde, o sítio foi comprado por seu avô, o senhor Álvaro Otacílio de Vasconcelos (nome da principal avenida da Ponta Verde que fica a beira mar). A área do bairro permaneceu em forma de sítio, aproximadamente, até a década de 1960 quando, então, começou a ser povoada, primeiramente, com a iniciativa do senhor Álvaro Vasconcelos de lotear a região; e, posteriormente , com o crescimento dos bairros de Pajuçara e Ponta da Terra, as pessoas foram povoando a região mais próxima desses bairros que é o atual bairro de Ponta Verde.
Ocupação e urbanização da Ponta Verde
É a partir dos anos 60 que começa a ocorrer um processo de preparação para a expansão do povoamento da região, através dos loteamentos que influenciaram a efetiva ocupação deste bairro, no período posterior às décadas de 70 a 90. Até a década de 50, na Ponta Verde, as habitações que existiam ficavam lá para dentro da Ponta da Terra. Ali, muitas casinhas de chão batido, cobertas de sapé, redes e gente sonolenta observavam ao longe a ponta da terra que adentrava o mar verde esmeralda que, 20 anos mais tarde seria habitada pela gente rica da cidade, através dos loteamentos. Assim o loteamento Álvaro Otacílio foi registrado na Prefeitura de Maceió, em 17 de Outubro de 1953. Em sua planta original possuía 40 quadras e 649 lotes com dimensões prediais de 15 X 30 m.
O Turismo em Ponta Verde
Sendo o turismo a vocação natural de Alagoas, Maceió começou a ocupar um lugar de destaque na definição das metas Governo. Industria em expansão no mundo inteiro, até então livre de poluição e altamente eficaz na geração de emprego. Desta forma, o bairro da Ponta Verde começou a investir em hotéis de qualidade.
A avenida principal se transforma em uma imensa área de lazer, todos domingos, quando o trânsito é interrompido, proporcionando um final de semana diferente aos moradores e visitantes, sobretudo para as crianças que se divertem de patins, charretes, carrinhos infantis de todos os tipos. O calçadão tem uma pista para ciclistas, que acaba funcionando como pista de "cooper" e caminhadas. É uma praia de mar manso e rodeada por muitos coqueiros, e na maré baixa formam-se piscinas naturais de água morna. Ponta Verde esta pronta para receber os turistas vindos de todas as partes do mundo!
O Gogó da Ema
Gogó da Ema era um coqueiro torto, existente no sítio do Chico Zu, na Ponta Verde. No inicio era completamente desconhecido. Quem Falava dele então? Pouquíssimas pessoas. Sabe-se apenas que algumas pessoas desejosas de vê-lo, pulavam a cerca do sítio do Chico Zu (Francisco Venâncio Barbosa) arriscando-se às mordidas do cachorro que guardava a propriedade ou às chifradas de algum boi bravo que lá pastasse na ocasião.
O mar avançou muito, derrubou outros coqueiros, fazendo com que se pudesse divisar o Gogó, da praia ou do mar, quando se passava ou tomava banho. E ei-lo que se torna, pouco a pouco, falado cantado, adquirindo até celebridade internacional. Turistas ou passageiros, ao desembarcar, indagava logo onde fica o Gogó da Ema.
Em 1930, bem perto do local, perfuraram vários poços à busca de petróleo. O mar avançou mais, pondo em perigo a famosa palmeira. Para ela foi reclamada proteção, havendo a Gazeta de Alagoas, em reportagem intitulada "Os assassinos do Gogo da Ema", denunciando o perigo. A Prefeitura mandou protegê-lo com um muro de alvenaria de tijolos e uma traves de madeira, o que não bastou para garanti-lo.
Apesar das advertências do público e dos jornais, no dia 27 de julho de 1955, às 14:20 horas, ele caiu aos poucos, devagarzinho. Imediatamente, pessoas de estavam nas proximidades cortavam as palhas e colheram os frutos. De tudo foi testemunha ocular o trabalhador José Dias de Oliveira.
O acontecimento foi comentado em toda Maceió. Segundo consta, a causa de o coqueiro ter ficado aleijado fora haver o seu tronco sido perfurado por um besouro, pequeno.
Tentando salvá-lo, reergueram o coqueiro em 29 daquele mês. Enquanto um guindaste o levantava, populares que presenciava a tentativa de ressurreição batiam palmas e davam vivas entusiásticos. No dia seguinte os jornais circularam com numerosas fotografias.
Deve-se ao jornalista Carivaldo Brandão a iniciativa de reerguer o coqueiro. Os agrônomos Jesus Geraldo e Olavo Machado examinaram a possibilidade de salvá-lo.
A Gazeta de Alagoas registra melancolicamente:
"Vão morrendo, desaparecendo, uma a uma, as coisas tradicionais desta terra: o Grande Ponto(?), o Relógio Oficial (no coração do Comercio)... Agora, o Gogó famoso, do qual já se falava em todo o Brasil" .
Na Ponta Verde, no local onde esteve o Gogó da Ema, foi aberta uma "praça" com seu nome (foto acima)
Limites do Bairro
Perímetro 5.721m
Ao norte com Jatiuca, ao sul com Pajuçara e Oceano Atlântico, ao Leste com Oceano Atlântico e Oeste com Ponta da Terra e Poço. Projeto de Lei Nº 5.041 altera a lei 4.687/98, que dispõe sobre o perímetro urbano de Maceió e inclui o abairramento da zona urbana e dá outras providencias.
Lei municipal 4.952, de 6 de janeiro de 2000, define a descrição do perímetro do Bairro da Ponta Verde. Ponto inicial e final: Encontro da Rua Sarg. Alberto M. da Costa com Rua Deputado José Lages. Do ponto inicial segue pela Rua Dep. José Lages. Continua pela travessa Hélio Pradines até a Rua Prefeito Abdon Aroxelas prolongando-a até a margem do Oceano Atlântico, na praia da ponta verde. segue pela orla marítima ate encontrar o prolongamento da rua Eng.º Demócrito Sarmento Barroca. Daí, percorre a rua Eng.º Demócrito Sarmento Barroca ate encontra a rua Engº Mario de Gusmão. segue pela mesma ate a rua José G. Pereira do Carmo. Dai segue até a rua Durval Guimarães. Segue por essa ate encontrar a Travessa Senador Firmino Vasconcelos. Continua pela mesma ate encontrar a rua Soldado Eduardo dos Santos. Dai segue pela mesma ate o ponto inicial, no seu encontro com a Rua Deputado José Lages. Publicado no Diário Oficial do Município - DOM, em 7 de janeiro de 2000.
Infra-estrutura da Ponta Verde
A praia de Ponta Verde por estar localizada dentro da cidade de Maceió e oferecer uma das mais belas paisagens da cidade é uma das mais procuradas praias pelos turistas e moradores da cidade. Cheia de bares à beira mar, aos fins-de- semana transforma-se num formigueiro de gente que vem aproveitar os dias de folga para passar o dia. Com um mar ora azul da cor do céu ora verde que deslumbra até mesmo turistas brasileiros já habituados as belezas naturais do País.Apesar de ser mais conhecida como "O Paraíso das Aguas", Maceió não é só praia e sol. Mas qualquer visita a essa cidade tem que começar obrigatoriamente pelas suas belas praias que estão entre as melhores do país.
Conheça a cidade Maceió
História
O povoado que deu origem a Maceió surgiu num engenho de açúcar. Antes de sua fundação, em 1609, morava em Pajuçara Manoel Antônio Duro que havia recebido uma sesmaria de Diogo Soares, alcaide-mor de Santa Maria Madalena.
As terras foram transferidas depois para outros donos e em 1673 o rei de Portugal determinou ao Visconde de Barbacena a construção de um forte no porto de Jaraguá para evitar o comércio ilegal do pau-brasil.
O povoado tinha uma capelinha em homenagem a Nossa Senhora dos Prazeres construída onde hoje está a igreja matriz, na Praça Dom Pedro II.
O desenvolvimento do povoado foi impulsionado pelo porto de Jaraguá sendo desmembrado da Vila das Alagoas em 05 de dezembro de 1815, quando D. João VI assinou o alvará régio.
Com a emancipação política de Alagoas, em 1817, o governador da nova Capitania, Sebastião de Mélo e Póvoas iniciou o processo de transferência da capital para Maceió, um processo tumultuado que encontrou resistência de homens públicos e da câmara Municipal.
Uma expedição militar de Pernambuco e da Bahia chegaram a Maceió para garantir a ordem e no dia 16 de dezembro de 1839 foi instalada a sede do governo em Maceió. A partir daí Maceió consolidou seu desenvolvimento administrativo e político. Teve início uma nova fase no comércio e começou a industrialização.
O nome Maceió tem denominação tupi 'Maçayó' ou 'Maçaio-k' que significa 'o que tapa o alagadiço'.
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Maceió, por Resolução Régia de 09-06-1819 e por Alvará de 05-07-1821, subordinado a antiga vila de Alagoas.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Alagoas, pelo Alvará de 05-12-1815, desmembrado de Vila de Alagoas. Instalado em 29-12-1816.
Pelo Alvará de 05-07-1821 e por Lei Provincial n.º 461, de 27-06-1865, é criado o distrito de Jaraguá e anexado a vila de Maceió.
Elevado à condição de cidade, sede e capital com a denominação de Maceió, pela Lei ou Resolução Provincial n.º 11, de 09-12-1839.
Pela Lei Estadual n.º 386, de 24-05-1904, é criado o distrito de Bebedouro e anexado ao município de Maceió.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 3 distritos: Maceió, Bebedouro e Jaraguá.
Pela Lei Estadual n.º 1.101, de 07-06-1927, o município de Maceió adquiriu do município de Santa Luzia o distrito de Fernão Velho.
Em divisão administrativa referente ao de 1933, o município é constituído de 5 distritos: Maceió, Bebedouro, Fernão Velho, Jaraguá e Meirim.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 8 distritos: Maceió, Bebedouro, Farol, Fernão Velho, Jaraguá, Meirim, Pajussara e Poço.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 2.361, de 31-03-1938, os distritos de Bebedouro, Farol, Fernão Velho, Jaraguá, Meirim, Pajussara e Poço, perderam a categoria de distrito, sendo anexados ao distrito sede de Maceió, como simples zona administrativa.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído do distrito sede.
Pela Lei Estadual n.º 1.473, de 17-09-1949, são criados os distritos de Fernão Velho e Floriano Peixoto, criados com terras do sub-distrito de Meirim.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Maceió, Fernão Velho e Floriano Peixoto.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VI-1995.
Em 08-01-1998, são extintos distritos de Fernão Velho e Floriano Peixoto, sendo seus territórios anexados ao distrito sede do município de Maceió.
Em divisão territorial datada de 2003, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Fonte
Maceió (AL). Prefeitura. 2014. Disponível em: http://www.smf.maceio.al.gov.br. Acesso em: jan. 2014.







